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Ordenar, enquanto visão global de um território, planear dando forma a acções e estratégias de concretização da referida visão, gerir a construção quotidiana do território em conformidade com os instrumentos de planeamento são três palavras que, de uma forma genérica mas abrangente e coerente, caracterizam o domínio do urbanismo. Assumindo-se como passo intermédio na estruturação do crescimento e desenho do território, como ponte entre um conceito e uma actividade, o planeamento urbanístico, nas suas componentes física e sócio-económica, afigura-se a conformção de instrumentos de análise, desenvolvimento e regulação, materializados em documentos operativos. De escalas variáveis, entre o nacional e o local, o planeamento urbanístico surge como a actividade que, recorrendo-se dos meios correspondentes - políticas, projectos, planos, programas - se debruça sobre acções a desenvolver na concretização da visão estratégica e abrangente do território, primeiro passo para a sua (e respectiva) caracterização e qualificação.
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