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Câmara de Guimarães inicia construção da nova EB 2, 3 das Taipas no verão deste ano

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16 Fevereiro 2017

Obra com investimento superior a 8 milhões de euros começa a ser construída durante o verão deste ano, ficando concluída na primavera de 2018. Atual edifício será demolido.

A Câmara Municipal de Guimarães, presidida por Domingos Bragança, aprovou esta quinta-feira, 16 de fevereiro, em reunião ordinária do Executivo, a proposta de adjudicação de construção da nova EB 2,3 das Taipas, pelo valor de sete milhões, oitocentos e oitenta e nove mil, vinte euros e dezassete cêntimos, montante ao qual acresce a taxa de IVA em vigor.

A atual escola será demolida e o novo edifício vai ser construído de raiz dentro de um prazo de 270 dias, equivalentes a nove meses, nos termos previstos no caderno de encargos. «8 milhões e 300 mil euros é um valor avultado, mas, por minha decisão, optou-se pela construção de uma escola nova! Nunca concordei com um remendo sobre alicerces completamente degradados, que não suportavam a realização de obras e que, ao fim de poucos anos, estavam outra vez a necessitar de uma intervenção», referiu Domingos Bragança.

Com uma área total de 11.200 metros quadrados, a nova escola, composta por três edifícios, terá 16 salas de aulas, salas de música, salas de informática, um pavilhão gimnodesportivo com bancadas, 2 ginásios, balneários, um auditório, laboratórios e núcleo de atividades artísticas e oficinais, biblioteca, refeitório, sala polivalente, além de espaços destinados ao corpo docente e não docente, como sala de professores, administração e uma secretaria.

Durante o período de obras, os alunos terão aulas nas diversas escolas da área geográfica do Agrupamento das Taipas. «A senhora Vereadora da Educação está a trabalhar com a Direção da Escola e a Associação de Pais um plano para a colocação dos alunos com condições de conforto», mencionou o Presidente da Autarquia, que espera uma comparticipação tripartida relativamente ao financiamento desta intervenção.

«Trabalhei e continuo a lutar para que a obra tenha o cofinanciamento devido: um terço pela Câmara, outro pelo Governo e mais 33% por fundos comunitários. Não desistirei que o financiamento seja assim, porque esta obra não é da nossa competência! Temos de esperar por 2018 e até poderá acontecer que, na reprogramação dos fundos comunitários, tenhamos 85 por cento de financiamento», realçou Domingos Bragança, prevendo o arranque da obra no início de julho e a sua conclusão em abril de 2018.

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