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Paço dos Duques de Bragança
Morada: Rua Conde D. Henrique, 4800-412 Guimarães
Telefone: 351 253 412 273

Email: pduques@culturanorte.pt

Endereço Web: http://pduques.culturanorte.pt

Horário:
Diariamente das 10.00h - 18.00h (última entrada 17.30h)
Entrada Adulto: 5€

Entrada gratuita aos domingos e feriados até às 14.00h para todos os cidadãos residentes em território nacional
(Fechado - 1 janeiro; domingo de Páscoa; 1 Maio; 25 dezembro)

Majestosa casa senhorial do século XV, mandada edificar por D. Afonso - futuro Duque de Bragança, filho bastardo do Rei D. João I - a qual lhe serviu de residência e à sua segunda mulher, D.Constança de Noronha. Palácio de vastas dimensões, com características arquitectónicas de casa fortificada, coberturas de fortes vertentes e inúmeras chaminés cilíndricas que denotam a influência da arquitectura senhorial da Europa Setentrional, trata-se de um exemplar único na Península Ibérica.

O século XVI marca o início de abandono progressivo e consequente ruína que se agravaram até ao século XX. A reedificação do palácio começou em 1937 e prolongou-se até 1959, altura em que é aberto ao público e transformado em Museu cujo espólio é datado dos séculos XVII e XVIII. Das colecções existentes destaca-se pelo seu valioso contributo para a história dos Descobrimentos Portugueses, o conjunto das quatro cópias das tapeçarias de Pastrana cujo desenho é atribuído ao pintor Nuno Gonçalves (séc. XV), que narram alguns dos passos das conquistas do norte de África, nomeadamente Arzila e Tânger. Os originais foram mandados executar em Tournai, no século XV pelo rei português D. Afonso V encontrando-se hoje em Espanha. As cópias (únicas) foram adquiridas pelo Estado Português em 1957 sendo executadas em Espanha pela Real Fábrica de Tapices de Madrid. Encontramos ainda o núcleo de tapeçarias flamengas, nomeadamente as que foram executadas segundo cartões de Pieter Paul Rubens, cujos temas são episódios da vida de um Cônsul Romano. Estas tapeçarias são notáveis pelos panejamentos e jogos de sombra. Faz ainda parte do espólio do Museu a mostra de mobiliário português do período pós-descobertas, de que merece especial destaque o conjunto de contadores, desde os indo-portugueses, aos hispano-árabes de estilo mudéjar, aos belos bargeños espanhóis. A ornamentar o mobiliário temos uma grande colecção de porcelanas da Companhia das Índias, e faianças portuguesas das principais fábricas da época: Prado, Viana, Rocha Soares e Rato. Numa das salas encontram-se expostas algumas das armas que foram reunidas pelo segundo Visconde de Pindela, e mais tarde adquiridas pelo estado Português, cuja colecção compreende vários exemplares de armas brancas, de fogo e elementos de armaduras dos séculos XV a XIX. O edifício está classificado como Monumento Nacional.

 

Castelo
Morada: No centro da cidade

Telefone: 351 253 412 273

Email: pduques@culturanorte.pt

Endereço Web: http://pduques.culturanorte.pt

Horário:
Diariamente das 10.00h - 18.00h (última entrada 17.30h)
Entrada Adulto: 2€

Entrada gratuita aos domingos e feriados até às 14.00h para todos os cidadãos residentes em território nacional
(Fechado  - 1 janeiro; domingo de Páscoa; 1 Maio; 25 dezembro)

No século X a Condessa Mumadona Dias, após ter ficado viúva, manda construir na sua herdade de Vimaranes - hoje Guimarães - um Mosteiro. Os constantes ataques por parte dos mouros e normandos leva à necessidade de construir uma fortaleza para guarda e defesa dos monges e da comunidade cristã que viviam em seu redor. Surge assim o primitivo Castelo de Guimarães.

No século XII, com a formação do Condado Portucalense, vêm viver para Guimarães o Conde D.Henrique e D.Teresa que mandam realizar grandes obras no Castelo de forma a ampliá-lo e torná-lo mais forte. Diz a tradição que teria sido no interior do Castelo que os condes fixaram residência e provavelmente aí teria nascido D. Afonso Henriques. Entre os séculos XIII e XV vários reis irão contribuir com obras de melhoramento e restauro do Castelo.
Ligado a façanhas heróicas do período da fundação da nacionalidade como a Batalha de S.Mamede em 1128, razão porque é conhecido por Castelo da Fundação ou de S. Mamede, serviu ainda ao longo da sua história de palco a vários conflitos reais. Perdida que foi a sua função defensiva, o Castelo entra num processo de abandono e degradação progressiva até ao século XX, altura em que é declarado Monumento Nacional e são efectuadas obras de restauro.

 

Convento de Santo António dos Capuchos

Morada:
Rua D. Teresa
4810 Guimarães

Telefone:
351 253 541 244

Fax:
351 253 415 457

Email:
percursomuseologico.scmg@gmail.com

Endereço Web:
http://percursomuseolgico.blogspot.com

Horário:
Entrada adulto: 2€
10.00h - 17.00h
Aberto todos os dias

O Percurso Museológico no Convento de Santo António dos Capuchos foi criado pela Santa Casa da Misericórdia de Guimarães em 2008, como resultado da preocupação pela conservação e valorização do seu património artístico e cultural. Situado em plena Colina Sagrada, ocupa espaço do edifício construído como convento no séc. XVII, e comprado pela Misericórdia em 1842 para aí instalar o seu Hospital. Expõe-se algum património móvel da Instituição, ao mesmo tempo que os visitantes são convidados a percorrer os corredores, pátios e claustro do imponente ediício, bem como visitar a Igreja do conventoe a sua magnífica sacristia do séc. XVIII.

 

Capela de S.Miguel

Morada: No centro da cidade

Telefone: 351 253 412 273

Email: pduques@culturanorte.pt

Endereço Web: http://www.pduques.culturanorte.pt 

Horário:
Diariamente das 10.00h - 18.00h (última entrada 17.30h)
Entrada Gratuita

(Fechado - 1 Janeiro; domingo de Páscoa; 1 Maio; 25 dezembro)

Construção do início do século XII, provavelmente pelo Conde D. Henrique, de estilo românico, de pequenas dimensões e de grande simplicidade arquitectónica.
Tem um grande simbolismo pela sua ligação histórica ao período da fundação da nacionalidade e à tradição de ter sido aí baptizado D.Afonso Henriques. No seu interior o pavimento está lajeado com sepulturas que se atribuem a nobres guerreiros ligados à fundação da nacionalidade. Está classificada como Monumento Nacional.

 

Igreja de Nossa Senhora da Oliveira

Morada:
No centro histórico

Horário:
Segunda a Sábado: 8.30h - 12.00h / 15.30h - 19.30h
Domingo: 9.00h- 13.00h / 17.00h - 20.00h
Entrada gratuita

As origens da Insigne e Real Colegiada de Nossa Senhora da Oliveira remontam ao mosteiro dedicado ao Salvador do Mundo, à Virgem de Santa Maria e aos Santos Apóstolos, fundado pela condessa Mumadona Dias, cerca de 950. A invocação de Nossa Senhora da Oliveira prevalece após 1342, com o reverdecimento de uma oliveira na praça fronteira. A edificação atual evidencia as sucessivas remodelações e acrescentos, integrando elementos de diversas épocas - a reconstrução gótica impulsionada por D. João I; a torre da igreja de características manuelinas, concluída cerca de 1513-1515; a capela-mor, de arquitetura clássica, reedificada no séc. XVII por D. Pedro II; os estuques das capelas maior e colaterais são referências da reforma neoclássica iniciada em 1830; a última intervenção data do séc. XX e pretendeu deixar à vista o granito das paredes e as colunas de origem medieval. A igreja é classificada como monumento nacional desde 1910.

 

Igreja S. Francisco

Morada:
No centro da cidade

Telefone:
351 253 439 850

Horário:
Terça a Sábado:
9.30h - 12.00h
15.00h - 17.00h

Domingo:
9.30h - 13.00h
Encerra à segunda
Entrada gratuita

Convento e igreja começam a construir-se em 3 de Novembro de 1400, com a autorização de D. João I, apesar de referências a um complexo anterior (séc. XIII). A igreja sofreu várias alterações entre os séc. XV e XVIII. Salientamos o portal principal de reminiscências ainda românicas; a cabeceira gótica de influência batalhina; a Sala do Capítulo e claustro de arranjo maneirista. Contudo, a mais importante transformação ocorre no interior, aqui do gótico ao barroco. São introduzidos painéis de azulejos de carácter hagiográfico
relatando a vida de Santo António; é elaborada uma nova sacristia de figurino Joanino, com teto de caixotões pintados e arcazes em pau-preto; e, finalmente, é construído o retábulo-mor, desenhado por Miguel Francisco da Silva, em 1743 e executado
por Manuel da Costa Andrade. O séc. XX traz obras de restauro sem modificações significativas ao aspeto geral do edifício e a classificação de Imóvel de Interesse Público.

 

Antigos Paços do Concelho

Morada:
Largo da Oliveira - Edifício dos Antigos Paços do Concelho
No centro histórico

Construção iniciada no tempo de D. João I, em fins do séc. XIV. No inicio do séc. XVII foi profundamente remodelada pelo arquitecto João Lopes de Amorim.
No seu interior existe um tecto de madeira pintado.
Actualmente está instalado neste edíficio a Delegação do Touring Cultural & Paisagístico e dos Patrimónios, da Entidade Regional do Turismo do Porto e Norte de Portugal.

 

Padrão do Salado

Morada:
Largo da Oliveira
No centro histórico

Horário:
Visitável todo o ano

Alpendre gótico erguido no reinado de D. Afonso IV, para comemorar a Batalha do Salado, travada em 1340.
O cruzeiro executado em 1342, foi oferecido por Pero Esteves, negociante vimaranense residente em Lisboa.

 

Convento de Santa Clara

Morada:
Largo Cónego José Maria Gomes
4804-534 Guimarães
No centro histórico

Horário:
Segunda a Sexta
09.00h - 17.30h
Entrada gratuita

Foi um dos mais ricos conventos de Guimarães, instituído no séc. XVI pelo Cónego Mestre Escola da Colegiada de Nossa Senhora da Oliveira, Baltasar de Andrade. Edifício de fachada barroca, tem ao centro a escultura de Santa Clara. O claustro de dois pisos é de tipo clássico. A sua riquíssima capela foi esvaziada no séc. XIX encontrando-se, hoje, parte das talhas douradas no Museu Alberto Sampaio. Neste edifício está instalada a Câmara Municipal de Guimarães.

 

Igreja de N. Sra. da Consolação e Santos Passos

Morada:
No centro da cidade

Horário:
Segunda a Sábado: 7.30h - 12.00h / 15.00h - 17.00h
Domingo: 7.30h - 12.00h
Entrada gratuita

Altitude:
571 metros

As origens da igreja remontam a uma pequena ermida, dedicada a Nossa Senhora da Consolação, mandada construir em março de 1576. Em outubro de 1785 é concluída a nova igreja, exemplar de espacialidade barroca em Guimarães, onde se acrescentaram duas torres na frontaria um século depois, bem como a escadaria e a balaustrada. No decurso do século XIX foi construída a Casa do Despacho e a Capela do Senhor dos Passos, anexa à igreja. O culto a Nossa Senhora da Consolação determina a ereção canónica da Irmandade, em dezembro de 1594, por Frei Agostinho de Jesus. Em 1878, é agraciada pelo Rei Dom Luís I com o título de Real Irmandade e prerrogativas de Capela Real. A igreja e os oratórios de Nossa Senhora da Consolação e Santos Passos foram classificados em 1993 como imóvel de interesse público.

 

Igreja de S. Domingos

Morada:
No centro da cidade

Horário:
Segunda a Sexta: 7.00h - 12.00h
Domingo: 7.00h - 12.00h
Sábado: 17.00h-19.00h
Entrada gratuita

As origens da igreja de S. Domingos remontam à construção do primeiro mosteiro dominicano em Guimarães, erigido entre 1271 e 1278. Posteriormente, D. Dinis ordenou a transferência do local de edificação, obras essas terminadas em 1397. Durante o séc. XVIII e XIX a traça original do edifício é profundamente alterada, concorrendo com elementos góticos reminiscências barrocas e românicas. Depois de algumas extinções, demolições, aquisições e cedências, o Santíssimo Sacramento da Igreja de S. Paio é conduzido para a igreja de S. Domingos, a qual, desde 1914 é investida na condição de paroquial da freguesia de S. Paio. O claustro de S. Domingos é monumento nacional desde 1910 e a igreja é imóvel de interesse público desde 1959. A sacristia desta igreja encontra-se musealizada, merecendo uma visita.

 

Capelas dos Passos da Paixão de Cristo

Morada:
No centro da cidade

Os Passos ou estações da via sacra são demonstrações populares de religiosidade e devoção à Paixão de Cristo, que estavam presentes não só nos templos, mas por vezes espalhavam-se em pequenos oratórios pela própria cidade.
Em Guimarães, os Passos, eram sete de início e foram erguidos em 1727 pela Irmandade de Nossa Senhora da Consolação e Santos Passos. Ao longo do tempo e de acordo com o crescimento da cidade, foram sendo transferidos ou desmontados o que levou à grande dificuldade para identificação, uma vez que as esculturas ou foram dispersas ou reagrupadas arbitrariamente aquando das demolições ou transferências. Hoje apenas temos cinco: Passo do Largo do Carmo, Passo da Rua de Santa Maria, Passo do Largo João Franco, Passo da Senhora da Guia e Passo do Campo da Feira.

 

Igreja de S. Dâmaso

Morada:
No centro da cidade

A construção da igreja de S. Dâmaso, principiou na primeira metade do século XVII e terminou apenas no século seguinte.
A capela-mor possui um notável retábulo em talha dourada, obra do entalhador vimaranense Pedro Coelho e o tecto é de caixotões. A nave é igualmente decorada com retábulos em estilo português de finais do século XVII e princípios do XVIII. A talha combina admiravelmente com os azulejos historiados que decoram o seu interior. Executados durante a primeira metade do século XVIII, são atribuídos ao monogramista PMP e contam episódios da vida do Papa S. Dâmaso.

 

Igreja de S. Pedro

Morada:
No centro da cidade

Telefone:
351 253 410 888

Horário:
Segunda, Terça, Quinta e Sexta
8.00h -12.00h / 14.00h-17.30h
Quarta, Sábado e Domingo
8.00h - 12.00h
Entrada gratuita

Esta igreja foi mandada construir em 1737, apresentando grande simplicidade e uma arquitetura elementar. Em 1750 é benzida e acolhe a imagem do padroeiro. Em 1881 reiniciaram-se as obras com a demolição das estruturas provisórias e das casas que estavam em frente ao corpo da igreja. Os trabalhos terminaram em inícios do século XX, sem que tivessem sido construídas as duas torres previstas, mas apenas uma. A planta da igreja é longitudinal, com capela-mor e nave única retangulares. A capela-mor é separada da nave por arco de cruzeiro de volta perfeita e nela se destaca o retábulo, de talha azul e dourada, manifestação ainda do gosto eclético dos finais do séc. XIX. Localizada na “sala de visitas” da cidade e apesar de incompleta, em 1751, por indulto da Santa Sé, a igreja recebeu o título de basílica por Breve de Benedito XIV. Foi a primeira igreja a receber tal distinção na Arquidiocese de Braga.

 

Igreja e Convento das Domínicas

Morada:
No centro da cidade

Telefone:
351 253 420 000

Horário:
Domingo: 8.30h - 12.30h
Entrada gratuita

Apontamentos da história de Guimarães aludem à existência de um remoto templete, invocando ao mártir S. Sebastião, existente no extremo ocidental do Campo de S. Francisco até 1570, altura em que ali foi ereta a igreja. Com a extinção das ordens religiosas e a demolição da igreja paroquial em 1892, a igreja de São Sebastião passou a ocupar o antigo convento de Santa Rosa de Lima (Templo da Dominicas), construído entre 1727 e 1737. Do conjunto patrimonial destacam-se: o altar-mor em talha dourada, no topo da igreja, construído nos anos de 1741-42; dois altares laterais em talha dourada e policromada de 1745; o altar do século XX que consagra a imagem de São Sebastião, em estilo neoclássico; o órgão joanino construído em 1776 em talha dourada e policromada; um conjunto de sanefas em talha dourada do período joanino, que coroam as portas e janelas.

 

Igreja da Misericórdia

Morada:
No centro histórico

Horário:
Segunda a Sexta
9.00h - 11.30h / 14.00h - 18.00h
Sábado e Domingo
9.00h - 11.30h
Entrada gratuita

O início da construção da igreja remonta a 1588, tendo sido inaugurada apenas em 1606. No ano seguinte iniciaram-se obras para a reconstrução da fachada, as quais terminaram apenas em 1640. De planta longitudinal e fachada maneirista, apresenta na frontaria dois medalhões, enquadrados por duas colunas coríntias e, na parte superior, um nicho envidraçado com a escultura de Nossa Senhora da Misericórdia. No interior, de nave única e capela-mor retangulares, cobertura em abóbada de berço revestida a estuque, sobressaem o retábulo-mor, datado de finais do século XVIII, os púlpitos de 1781 e a caixa do órgão ibérico. Do espólio destacam-se duas pinturas de grandes dimensões: uma sobre tela representando Nossa Senhora da Misericórdia; e outra sobre madeira representando a Visitação, datada de 1616. Foi classificada como imóvel de interesse público em 1974.

 

Igreja de Nossa Senhora do Carmo

Morada:
Largo Martins Sarmento
4800 Guimarães

Horário:
segunda a sábado: 10:00H - 12:30H e das 14:00H - 17:00H

A construção da igreja e do Convento do Carmo iniciou-se em 1685, e constitui uma evidência do estilo barroco. O convento foi dedicado a Santa Teresa, desconhecendo-se o seu fundador.
No início de 1700, uma bula papal autorizava as recolhidas de Santa Teresa a tomarem o véu de religiosas carmelitas descalças, já sob a invocação de S. José. No entanto, o altar-mor era ocupado pela imagem de Nossa Senhora do Carmo – invocação mais vulgar e conhecida.
O corpo da igreja está dividido da capela-mor por um arco de pedra, e está enriquecido por dois altares laterais: o do Evangelho, dedicada a Santa Ana; o da Epístola, a Nossa Senhora do Carmo. No antigo coro existe ainda um outro altar, dedicado ao Senhor Morto, modernamente ereto por particular iniciativa e devoção.
Com a extinção oficial das ordens religiosas, a Igreja e o Convento passaram para a posse do Estado, com utilização para fins militares. A partir de 1862, o edifício passou a acolher o atual Lar de Santa Estefânia.

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