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Museus

Museu da Cultura Castreja

Morada:

Solar da Ponte
S. Salvador de Briteiros
A 14 km do centro da cidade

Telefone:
351 253 478 952

Fax:
351 253 478 952

Email:
sms@msarmento.org

Endereço Web:
http://www.csarmento.uminho.pt/

Horário:
Entrada adulto 3€
Diariamente das 9.30h - 12.30h / 14.00h - 18.00h
Encerrado nos dias 25 de Dezembro, 1 de Janeiro e Domingo de Páscoa.

Altitude:
492 metros

O Museu da Cultura Castreja está instalado no Solar da Ponte, propriedade da Sociedade Martins Sarmento, construção do séc. XVIII/XIX com um belo Parque, foi residência da família de Francisco Martins Sarmento. Este colocou a sua inteligência ao serviço da sua curiosidade ilimitada e tornou-se um respeitado investigador de nível europeu.
O Museu da Cultura Castreja é o primeiro espaço dedicado à cultura castreja, cultura autóctone que apenas existe no noroeste peninsular e é a matriz cultural desta faixa atlântica da Península Ibérica. O Museu evidencia a importância daquela cultura, constituindo, também, o justo preito de homenagem ao Sábio que a libertou do manto de encantamento com que as mouras a esconderam durante séculos.

 

Museu de Alberto Sampaio

Morada:
No centro histórico
Rua de Alfredo Guimarães
4800-407 Guimarães

Telefone:
351 253 423 910

Email:
masampaio@culturanorte.pt

Endereço Web:
http://masampaio.culturanorte.pt/

Horário:
De Terça a Domingo:
10.00h - 18.00h

Entrada Adulto: 3€

Entrada gratuita ao 1º Domingo de cada mês
(Fechado às segundas e feriados de 1 Janeiro; domingo de Páscoa; 1 Maio; 25 Dezembro)

O Museu de Alberto Sampaio foi criado em 1928 para albergar as colecções da extinta Colegiada de Nossa Senhora da Oliveira e de outras igrejas e conventos da região de Guimarães, então na posse do Estado.
Situa-se em pleno Centro Histórico, no exacto local onde, no século X, a condessa Mumadona instalou um mosteiro, à volta do qual foi surgindo o burgo vimaranense. Os espaços que ocupa pertenciam à Colegiada, e têm valor histórico e artístico: o claustro e as salas medievais que o envolvem, a antiga Casa do Priorado e a Casa do Cabido.
Apresenta importantes colecções de escultura (arquitectural, de vulto e tumulária), cobrindo os períodos medieval e renascentista e prolongando-se até ao século XVIII. A colecção de ourivesaria é das melhores do país: destacam-se o cálice românico de D. Sancho I, a imagem de Santa Maria de Guimarães (séc. XIII), as cruzes processionais, e o magnífico retábulo gótico de prata dourada representando a Natividade, de fins do século XIV.
São também de salientar o loudel que D. João I vestiu na batalha de Aljubarrota; o fresco do século XVI figurando a Degolação de S. João Baptista; a colecção de pintura, dos séculos XVI a XVIII; a talha maneirista e barroca; os paramentos bordados; a azulejaria e a faiança.

Actividades Educativas
Fins de semana em Família
À semelhança de anos anteriores, o Museu de Alberto Sampaio disponibilizará uma série de atividades para as famílias que nos queiram visitar ao Sábado. Assim, entre teatrinhos de marionetas, teatrinhos de sombras, ateliês e animadas visitas, a diversão está garantida. O programa poderá ser consultado na página do museu em http://masampaio.imc-ip.pt
Local: Museu de Alberto Sampaio
Público-alvo: Famílias
Custo: Adultos - 3€; Crianças - 2 €

 

Museu Arqueológico Martins Sarmento

Morada:

Rua Paio Galvão
4814-509 Guimarães

Telefone:
351 253 415 969

Fax:
351 253 415 969

Email:
sms@msarmento.org

Endereço Web:
http://www.csarmento.uminho.pt/

Horário:
Entrada adulto: 3€
Terça a Sábado: 9.30h - 12.00h / 14.00h - 17.00h
Domingo:10.00h - 12.00h / 14.00h - 17.00h
Encerrado às segundas e feriados.

A Sociedade Martins Sarmento é uma Instituição Cultural fundada em 1881. Ao seu valioso e diversificado património pertence o Museu Arqueológico "Martins Sarmento", principal referência da cultura castreja em Portugal e um dos mais importantes museus de todo o espaço europeu onde se manifestou aquela cultura.
O museu nasce em 1885 com a inauguração de um Depósito de objectos de valor arqueológico e a partir de 1888 foram criadas condições para a sua instalação condigna numa galeria criada sobre o belo claustro de S. Domingos (século XIV).

 

Núcleo Arqueológico da Associação Comercial e Industrial de Guimarães

ACIG

Morada:
Associação Comercial e Industrial de Guimarães
R. da Rainha D. Maria II, 58
4800 – 431 Guimarães

Telefone:
351 253 420 090

Email:
relacoes.publicas@acig.pt

Horário:
2ª a 6ª feira – das 9h30/12h30 - 14h00/17h00
Entrada Gratuita
Para grupos e escolas, por favor fazer marcação com antecedência.
Possibilidade de horários diferenciados sob consulta.

O Núcleo Arqueológico da ACIG surgiu como uma iniciativa de responsabilidade social. Durante as obras de remodelação e reabilitação do seu edifício sede, a Casa dos Lobo Machado, foram realizadas sondagens arqueológicas que tiveram, como principal resultado, o aparecimento de um espólio vasto, quer ao nível da cronologia, quer ao nível do tipo de peças.
Neste sentido, procedeu-se à criação de espaços expositivos que, estando abertos ao público em geral, permitem dar a conhecer um pouco melhor o passado de Guimarães.
Fazem parte da Colecção Visitável exposta no Núcleo Arqueológico da ACIG um total de 30 peças, das quais 23 são peças cerâmicas e 7 são peças metálicas.
As 23 peças cerâmicas dividem-se em 3 grupos cronológicos distintos. Um primeiro grupo de 7 peças é formado pelas cerâmicas medievais, datadas entre os finais do século XIII e os inícios do século XIV. É constituído por peças que deverão ter sido, na sua maioria, produzidas na região de Prado/Barcelos. Destaca-se, neste conjunto, uma infusa de origem francesa.
O segundo grupo cerâmico, com um total de 11 peças, data da 2ª metade do século XVIII. Neste caso, a variedade das formas e das produções é maior do que no grupo anterior. Nele se encontram peças revestidas com vidrado de chumbo, faianças e peças de uso comum. No que diz respeito às formas, temos, entre outras, tigelas, almofias, salseiras e pratos.
Do terceiro grupo de cerâmicas, datado do final do século XIX, fazem parte peças provavelmente produzidas em Guimarães, como os cântaros e uma panela de ir ao lume. Deste conjunto destacam-se, ainda, dois porrões vidrados, eventualmente produzidos na zona de Prado/Barcelos.
Finalmente, dentro dos objectos metálicos, podem ser vistos objectos de adorno, como um anel, algumas moedas e uma medalha votiva. Uma interessante peça deste grupo é um pequeno guizo, provavelmente para um gato, feito em liga de cobre e prata.

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