Nova Unidade de Investigação reforça ecossistema de inovação em Guimarães
Investimento superior a um milhão de euros da Guimágua no AvePark reforça a aposta na investigação, desenvolvimento e inovação nas áreas do tratamento de água, ambiente e engenharia, contribuindo para a dinamização do ecossistema tecnológico e empresarial do concelho.
O Presidente da Câmara Municipal de Guimarães, Ricardo Araújo, marcou presença, esta sexta-feira, na inauguração da nova Unidade de Investigação do Grupo Guimágua, no AvePark – Parque de Ciência e Tecnologia, uma infraestrutura orientada para o desenvolvimento de soluções inovadoras e novos produtos.
“Queremos que a nossa cidade, o nosso concelho, que é um concelho berço da nação, seja também berço da inovação”, afirmou Ricardo Araújo, defendendo que o futuro do território passa pela capacidade de transformar investigação e ciência em desenvolvimento económico e criação de valor.
O edil frisou ainda que Guimarães possui “uma forte tradição industrial” e uma “forte dinâmica empresarial”, salientando que os setores com tradição precisam de continuar a inovar e a diversificar-se para responder aos desafios do futuro. “Precisamos também, ao mesmo tempo que robustecemos os setores com tradição, diversificar esta economia. E para isso precisamos de um forte investimento na inovação”, sublinhou.
Ricardo Araújo enalteceu o investimento realizado pela Guimágua, considerando que está “completamente alinhado com a estratégia do Município para os próximos anos”, acrescentando que este tipo de aposta na investigação e conhecimento, permite aumentar a competitividade das empresas, gerar maior rentabilidade e contribuir para “aumentar o salário médio das pessoas e a qualidade de vida no concelho".
Durante a cerimónia, o Presidente da Câmara participou no descerramento da placa inaugural e visitou os novos espaços da empresa, sublinhando o papel estratégico da inovação, da investigação e da transferência de conhecimento para o crescimento económico do concelho.
Na sessão, António Mota, CEO do Grupo Guimágua, afirmou que a nova unidade representa “mais do que um investimento”, sendo “uma afirmação de um caminho” construído “com conhecimento, inovação e uma vontade enorme de mergulhar no futuro”.
António Mota agradeceu ainda ao Município de Guimarães pelo apoio prestado ao projeto e “pela visão partilhada para o território”, concluindo que o novo centro nasce com “uma missão global”, focada na sustentabilidade, eficiência de recursos e desenvolvimento tecnológico.

