OZZZZZ
06 Jun
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2014-06-06 00:00:00
2014-06-06 00:00:00
Europe/Lisbon
OZZZZZ
Plataforma das Artes e da Creatividade - BlackBoxAvª Conde Margaride, nº 1754810-535 Guimarães

Direção Artística: Alfredo Martins
Cocriação: Alfredo Martins, Cláudia Gaiolas, Estelle Franco, Luís Godinho, Paula Diogo e Masako Hattori / teatro meia volta e depois à esquerda quando eu disser
Cocriação: Alfredo Martins, Cláudia Gaiolas, Estelle Franco, Luís Godinho, Paula Diogo e Masako Hattori / teatro meia volta e depois à esquerda quando eu disser
Inserido nos FESTIVAIS GIL VICENTE, “Ozzzzz” é uma peça musical em que o clássico “Feiticeiro de Oz” é deslocado para o contexto contemporâneo.
Em plena era da globalização, esta peça aborda o conceito que temos de “casa”. Todos podemos ir para algum lado, mas a questão que se impõe é o que nos faz voltar. A adaptação desta obra vem com a reflexão que nos motiva para tentar perceber o lugar que ocupamos no mundo, num tempo de voos low cost, da world wide web e do skipe, as megacidades, do facilitismo da mobilidade. São tempos em que a crise faz temer o futuro e em que todos conhecemos alguém que vai emigrar ou já emigrou há procura das oportunidades que o seu “lar” lhe negou. A estrada de tijolos amarelos como um caminho para falar de coisas sérias, do mundo, do nosso mundo no nosso tempo. Uma peça que nos obriga a fazer a viagem com Dorothy e tirar as nossas conclusões sobre o que é ir mas também sobre o que é regressar. Porque precisamos de sair de onde estamos, o que é isso que nos move e que nos faz procurar. Procurar o quê? E por que queremos voltar depois da demanda.
Em plena era da globalização, esta peça aborda o conceito que temos de “casa”. Todos podemos ir para algum lado, mas a questão que se impõe é o que nos faz voltar. A adaptação desta obra vem com a reflexão que nos motiva para tentar perceber o lugar que ocupamos no mundo, num tempo de voos low cost, da world wide web e do skipe, as megacidades, do facilitismo da mobilidade. São tempos em que a crise faz temer o futuro e em que todos conhecemos alguém que vai emigrar ou já emigrou há procura das oportunidades que o seu “lar” lhe negou. A estrada de tijolos amarelos como um caminho para falar de coisas sérias, do mundo, do nosso mundo no nosso tempo. Uma peça que nos obriga a fazer a viagem com Dorothy e tirar as nossas conclusões sobre o que é ir mas também sobre o que é regressar. Porque precisamos de sair de onde estamos, o que é isso que nos move e que nos faz procurar. Procurar o quê? E por que queremos voltar depois da demanda.
Horário:
22h00
Local:
Plataforma das Artes e da Creatividade - BlackBoxAvª Conde Margaride, nº 1754810-535 Guimarães