Sem um tu não pode haver um eu
09 Mai
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2014-05-09 21:00:00
2014-05-09 21:00:00
Europe/Lisbon
Sem um tu não pode haver um eu
Centro Cultural Vila FlorAvenida D. Afonso Henriques, 7014810-431 Guimarães

SOLOS, COMPANHIA PAULO RIBEIRO
“Sem um tu não pode haver um eu” começa sob a luz de “Lanterna Mágica”, a autobiografia de Ingmar Bergman, cineasta que inspirou este solo criado e interpretado por Paulo Ribeiro.
Paulo Ribeiro partiu para esta criação fascinado com a força das palavras e com a humanidade profunda do universo de Ingmar Bergman, mas deixou-se absorver pela teia do realizador e acaba por se apresentar em estado puro, recorrendo a sua própria experiência pessoal para tocar o coletivo. Nesta coreografia, que torna inesquecível o tema “Insensatez”, de Robert Wyatt, há a dança de um coração em carne viva. Entre gestos lentos e límpidos, passos periclitantes e desmoronadiços, e movimentos sísmicos, Paulo Ribeiro desenha um mapa afetivo. O coreógrafo transforma-se num sismógrafo de tremores emocionais. Nesta peça, há amor, ódio, solidão, angústia, dilemas conjugais, luta interior, desmoronamento, mãos e mãos. E há convulsão. Um corpo que, de tão vivo, joga xadrez com a morte. No final, uma catarse que ilumina. O choro que irrompe, como orvalho ao amanhecer.
Paulo Ribeiro partiu para esta criação fascinado com a força das palavras e com a humanidade profunda do universo de Ingmar Bergman, mas deixou-se absorver pela teia do realizador e acaba por se apresentar em estado puro, recorrendo a sua própria experiência pessoal para tocar o coletivo. Nesta coreografia, que torna inesquecível o tema “Insensatez”, de Robert Wyatt, há a dança de um coração em carne viva. Entre gestos lentos e límpidos, passos periclitantes e desmoronadiços, e movimentos sísmicos, Paulo Ribeiro desenha um mapa afetivo. O coreógrafo transforma-se num sismógrafo de tremores emocionais. Nesta peça, há amor, ódio, solidão, angústia, dilemas conjugais, luta interior, desmoronamento, mãos e mãos. E há convulsão. Um corpo que, de tão vivo, joga xadrez com a morte. No final, uma catarse que ilumina. O choro que irrompe, como orvalho ao amanhecer.
Horário:
22:00H
Local:
Centro Cultural Vila FlorAvenida D. Afonso Henriques, 7014810-431 Guimarães